sábado, 5 de dezembro de 2015

UNE se posiciona contra impeachment de Dilma Rousseff

Confira abaixo nota oficial da União Nacional dos Estudantes em repúdio ao processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff:
Chantagem não vencerá a democracia
A União Nacional dos Estudantes vem a público repudiar a aceitação do impeachment contra a Presidenta Dilma Rousseff, fruto de uma flagrante chantagem política por parte de Eduardo Cunha, diante da votação para continuidade do processo de cassação do Presidente da Câmara dos Deputados no Conselho de Ética.
Em 2014 a presidenta Dilma foi reeleita obtendo resultado eleitoral limpo e democrático, mas desde a sua vitória vem sofrendo diversos ataques. Não há nenhuma prova ou indícios de envolvimento de Dilma com corrupção, ao contrário de Eduardo Cunha que até agora não conseguiu responder às acusações de lavagem de dinheiro e escondeu suas contas na Suíça. Por isso, não temos dúvidas, a palavra de ordem que moverá os estudantes é “Fora Cunha!”.
Eduardo Cunha não representa os anseios da juventude que luta em todo o Brasil. Ao contrário do que ele disse, a aceitação do impeachment não é o que pede as ruas. Nas ruas estamos lutando por direitos, como foi a recente “Primavera das Mulheres” que rechaçou o deputado, a Marcha das Mulheres Negras e das Margaridas, a ocupação das universidades estaduais no Rio de Janeiro, e a luta dos estudantes secundaristas contra o fechamento das escolas em São Paulo. As “pedaladas fiscais” não configuram crime de responsabilidade, portanto, o impeachment sem base legal se configura num verdadeiro golpe à democracia.
Ao longo dos quase 80 anos de história, a UNE sempre se colocou ao lado da democracia, ainda que jovem, a democracia no Brasil foi construída com a luta e a vida de estudantes brasileiros e nesse momento voltaremos às ruas para defendê-la. Esse movimento de impeachment, representa mais uma tentativa de promover um grave retrocesso na política brasileira. O povo sofre por conta de uma crise econômica mundial, aprofundada pelo ajuste fiscal, com cortes na educação e diminuição de direitos. Esses problemas não serão resolvidos com o impeachment, é preciso barrar a tentativa do conservadorismo de se consolidar como alternativa, e lutar pelo aprofundamento das mudanças com uma nova política econômica e um novo sistema político.
Nesse momento é preciso muita unidade, para resistirmos aos ataques oportunistas, convocamos aos estudantes e movimentos sociais a tomarem as ruas para barrar o impeachment, para defender a democracia e cassação de Eduardo Cunha.
Conclamamos as diversas iniciativas que a UNE faz parte, como a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo para marcharem juntas contra o retrocesso. Venceremos!

Fonte: UNE

Presidenta da UNE afirma que impeachment é imoral

Para Carina Vitral medida é imoral e fruto de chantagem política
A presidenta da União Nacional dos Estudantes, Carina Vitral, pronunciou-se sobre a decisão do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que enfrenta processo de cassação no Congresso Nacional, em aceitar o pedido de impeachment contra Dilma Rousseff. Em declaração pelas redes sociais, ela afirmou que a medida é imoral e fruto de chantagem política.
“A aceitação do impeachment por Eduardo Cunha é imoral, sua admissibilidade é fruto de uma chantagem política e não terá apoio da UNE!.”, publicou em sua conta no microblog Twitter (@carina_une)
A UNE deverá reunir seus diretores, nos próximos dias, a fim de avaliar a conjuntura nacional e o posicionamento dos estudantes.  A presidenta prevê ainda que movimentos sociais e os estudantes irão às ruas para defender a democracia e reagir contra tentativa de desestabilizar um mandato legítimo.
“Cunha diz atender às ruas, mas nas ruas estamos lutando por direitos, como em SP contra fechamento das escolas. Não por impeachment furado”, divulgou.
A UNE seguirá ao lado da democracia, assim como fez em diversos momentos da história nacional, incluindo o período da ditadura militar entre 1964 e 1985. Os estudantes brasileiros não aceitarão movimentos de ruptura democrática e estarão ao lado do povo brasileiro e da soberania nacional
“Impeachment sem base legal é golpe, isso se parece mais com 1964 do que 1992.”, pontou na rede social a presidenta da UNE.
Por Cristiane Tade
Fonte: UNE

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Entidades estudantis contra a PEC 395

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na última quarta-feira (21), em primeiro turno, por 318 votos a favor, 129 contra e 4 abstenções o texto-base da proposta de Emenda à Constituição (PEC) 395/14, que permite às universidades cobrarem por cursos de pós-graduação lato sensu (especialização), de extensão e de mestrado profissional. A UNE,  juntamente com União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e a Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), se posiciona contra tal medida.
Confira nota assinada pelas três entidades:

ENTIDADES ESTUDANTIS CONTRA A PEC 395

A UBES, a UNE e a ANPG são contra a retirada do princípio de gratuidade da Pós Graduação nas universidades públicas brasileiras.
 Na noite do dia 21 de outubro de 2015 mais um golpe foi urdido na câmara dos deputados. A vítima, dessa vez, foi a Universidade Pública e o ensino gratuito.
 Com tramitação furtiva e em tempo recorde, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 395/2014 foi aprovada na comissão especial e foi a plenário para votação, sem sequer ouvir a sociedade, o movimento educacional. Essa PEC pretende modificar o artigo 206 da constituição para autorizar as universidades públicas a cobrar por cursos de extensão, pós-graduação lato sensu e mestrados profissionais. A justificativa do projeto ressalta que as atividades de extensão e especialização são direcionadas a públicos restritos, com condições financeiras para arcar com custos que constituirão receitas para as universidades.
 Todavia, a sociedade brasileira há muito tempo decidiu que o ensino público, inclusive em nível superior, deveria ser gratuito. Ao reformar a Magna Carta, os legisladores irão ferir de morte os princípios consagrados da Universidade publica brasileira: a gratuidade do ensino e a indissociabilidade do tripé Ensino-Pesquisa-Extensão.
 O Movimento Estudantil não pode se quedar inerte diante desse ataque. Ao lado de outros movimentos educacionais e científicos, universidades e parlamentares devemos nos articular para barrar esse projeto na votação em segundo turno na Câmara dos Deputados.
 Desse modo, as entidades estudantis nacionais (UBES, UNE e ANPG) convocam o conjunto do movimento estudantil e educacional para juntos garantirmos a manutenção da gratuidade do ensino público. Não temos dúvidas que a aprovação da PEC 395/2014 irá abrir perigosos precedentes que poderão culminar no desaparecimento do sistema público de ensino superior como conhecemos hoje, a partir das atividades de extensão e de pós-graduação lato sensu. Fora isso, a cobrança pelos mestrados profissionais pode desconstituir e ferir gravemente o Sistema Nacional de Pós-graduação brasileiro, que tem qualidade reconhecida nacionalmente.
 A universidade é um espaço fundamental de produção de conhecimento e tem um papel estratégico para o desenvolvimento soberano de nosso país, não admitiremos que se tente alterar princípios basilares dessa instituição sem o mínimo de debate com os sujeitos que fazem parte dessa realidade, afim de encontrarmos as soluções mais adequadas para os problemas que enfrentamos preservando a garantia de um ensino público, gratuito e de qualidade com o tripé de ensino, pesquisa e extensão.
 A hora é de unidade contra o avanço conservador! Luta pela garantia dos direitos conquistados! Em defesa da educação publica, gratuita e de qualidade! #Pec395Não!
UBES/UNE/ANPG

Não se trata só sobre furar bonecos – Por Jaine Santos*

Todos nós já nos perguntamos sobre até onde iriamos por um sonho. Se enfrentaríamos nossos maiores medos ou recuaríamos, se daríamos “a cara a tapa” ou nos esconderíamos atrás de alguém que ousaria fazer aquilo que poderíamos ter feito.
Depois de uma gloriosa resistência à ditadura militar com tantas perdas e vitorias, período esse onde era difícil ser um sonhador e nem por isso eles deixaram de existir lutando bravamente nas colunas dos campos e nas colunas urbanas e triunfaram, hoje voltam a dizer que são tempos difíceis para os sonham. Onde sonhar se tornou novamente perigoso.
Em meio a uma disputa entre dois projetos políticos opostos: a direita e a esquerda; os opressores e oprimidos; os que usam e os que acreditam, nos deparamos nesse contexto com um questionamento. O que devemos fazer?
Devemos ter CORAGEM!
Nos orgulhamos de (Diná) Dinalva Teixeira, Carlos Marghella, Helenira Rezende, André Grabois, Dilma entre outros. Esses são sonhadores, é claro, mas nos orgulhamos por sua coragem. Ousadia de encarar os desafios sem medo das consequências trazidas. Representam não somente a si próprios, representam todos aqueles que sonham.
Ousamos SIM! Mostramos nossa opinião e nos posicionamos na ofensiva das retaliações, defendendo a democracia que tanto foi lutada por esses heróis que foram longe a ponto de entregar sua vida ao sonho. Por isso a UJS não deixa nenhum boneco em pé. Não se trata só sobre furar bonecos infláveis. Isso qualquer um faz por qualquer justificativa. No entanto se trata de representações. Os famosos pixulecos não são caricaturas da presidenta Dilma ou do ex-presidente Lula, eles são a ridicularizarão de todas as conquistas obtidas em tempos difíceis e após eles. Trata-se do pobre que compra o carro e adquire sua casa própria, do negro que entra na universidade, do jovem que tem curso técnico, da empregada que anda de avião.Trata-se de sonhos.
Quando me perguntaram o porquê de ter furado o boneco, respondi “Quem passou pela ditadura militar vai muito bem enfrentar seus sonhos ameaçados por mais um golpe”. Diante disso prefiro ficar com Guimarães Rosa quando ele diz que o correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela que da gente é coragem!
*Presidenta da UJS São Luis 

sexta-feira, 5 de junho de 2015

PARADA GAY: O MOVIMENTO POLÍTICO LEVARÁ MILHARES ÀS RUAS NESTE DOMINGO (7)


19ª edição acontece em São Paulo
Cada dia mais fortalecida como movimento político contra a homofobia e as mazelas do preconceito social, a 19º Parada do Orgulho LGBT de São Paulo acontece no próximo domingo (07/06), na Avenida Paulista. O ato, que tem a participação de figuras públicas, políticos e representantes dos direitos humanos, deve reunir​ ​cerca de um milhão de pessoas.
O tema da parada será “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim: respeitem-me!”. Embora não faça referência a um assunto político, o presidente da Associação da Parado do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT), Fernando Quaresma Azevedo, explicou que a intenção é reforçar a autoestima de gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros frente a um grande avanço conservador observado recentemente na sociedade brasileira.
“É um dia de comemoração contra 364 dias de opressão da LGBTfobia com que nós sofremos todos os dias. Mas é um momento de comemoração e reivindicação ao mesmo tempo. A associação cumpre o papel de colocar o evento na avenida Paulista e dar visibilidade ao movimento”, disse em entrevista.
Na edição de 2014, a UBES participou da Parada. Para o movimento estudantil, ir às ruas nesta data é um ato político contra a homofobia que assombra boa parte da nossa juventude nos círculos sociais e até mesmo dentro das escolas.
SERVIÇO
O quê? 19º Parada do Orgulho LGBT de São Paulo
Quando? 07 de junho | Domingo às 10hs
Onde? Avenida Paulista | São Paulo – SP
Fonte: UBES

CONGRESSO DA UNE MOBILIZA SOCIEDADE CONTRA REDUÇÃO

Evento começa nesta quarta (3) e traz assunto como tema de destaque. Comissão Especial da Câmara dos Deputados deve apresentar na próxima semana relatório favorável ao projeto que é um retrocesso social
O 54º Congresso da UNE começa nesta quarta-feira (3) em Goiânia e vai abrir seus debates com um tema polêmico, que deverá ser uma das principais bandeiras da juventude no próximo período: a luta contra a redução da maioridade penal.
Desde que a Câmara dos Deputados assumiu sua nova composição com parlamentares patrocinados pelo conservadorismo e por interesses escusos de quem quer criminalizar a juventude, o projeto voltou à cena.
Defendida pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 171/1993, de autoria de Benedito Domingos (PP-DF), propõe baixar a maioridade penal de 18 para 16 anos. O texto está sendo analisado em uma Comissão Especial que apresentará relatório na próxima quarta-feira (10).
Existem 38 propostas anexadas à PEC – uma define a maioridade penal em 12 anos e outras nem sequer estabelecem limite de idade.
O relatório será votado pela Comissão e posteriormente pelo plenário da Câmara. Se aprovada pelos deputados, a proposta será encaminhada ao Senado para apreciação. Para aprovação de uma PEC, são necessários os votos de pelos menos 60% dos deputados.
“Dos 27 membros titulares [da Comissão que analisa a proposta], 15 pertencem à ‘bancada da bala’. Isso demonstra bem os interesses que estão por trás daqueles que defendem a redução da maioridade penal no Congresso. A proposta é um retrocesso civilizacional para a sociedade”, alerta a presidenta da UNE, Vic Barros.

CUNHA QUER VOTAÇÃO EM JUNHO

No último domingo (31), Cunha afirmou em sua conta pessoal no Twitter que colocará a proposta em votação no plenário da Casa em junho. Segundo Cunha, a comissão deve concluir os trabalhos até 15 de junho. “Levaremos imediatamente ao plenário”, enfatizou.
O presidente da Câmara disse ter “absoluta convicção [de] que a maioria da população é favorável” à redução da maioridade.  Deixando de lado a complexidade do tema, tratou o assunto com revanchismo, limitando-o a uma disputa partidária. “O PT não quer a redução da maioridade e acha que todos têm de concordar com eles”, escreveu.
Ele afirmou ainda que irá sugerir ao relator deputado Laerte Bessa (PR-DF) que proponha um referendo sobre a redução da maioridade.
A presidenta da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES), Bárbara Melo, tem acompanhado as sessões da Comissão Especial na Câmara. Para ela, a condução dessa votação destila ódio à juventude e a comissão deve apresentar um texto favorável à proposta, seguindo a posição do relator. “A cada nova sessão da comissão há um novo absurdo. Um projeto complexo como esse tem que ser discutido melhor. Se ele for aprovado com essa urgência toda irá satisfazer um sentimento de vingança e encarcerar uma geração”, afirmou.
A presidente da República, Dilma Rousseff, já se manifestou publicamente mais de uma vez contra o projeto. Em um vídeo publicado no Facebook, ela disse que a redução da maioridade penal não resolve o “problema da delinquência juvenil”. Em outra ocasião, ao participar de um encontro com jovens no fim de abril, ela voltou a criticar a proposta e disse que não se pode acreditar que a questão da violência “decorre da questão da maioridade ou da redução dessa maioridade.”

RODA DE CONVERSA SOBRE A REDUÇÃO

Nesta quarta-feira (3), às 19h, logo após a abertura do 54º Congresso da UNE, no Teatro de Arena da Praça Universitária Honestino Guimarães, haverá uma roda de conversa sobre o assunto. Para discutir foram convidados além da presidenta da UBES, Bárbara Melo, o secretário de Movimentos Populares do Partido dos Trabalhadores (PT), Bruno Elias, e o professor de História e colunista da revista Carta Capital, Douglas Belchior.
Para o professor Douglas, Eduardo Cunha e a grande maioria do Congresso Nacional são adeptos da má política e da lógica clientelista comuns a muitas dimensões do poder. “Enfrentar com radicalismo a agenda racista e fascista do Congresso é uma obrigação de todo brasileiro com um mínimo de vergonha e consciência. A começar pelo tema da redução que, cinicamente, tentarão nos fazer engolir feito arame farpado goela abaixo. Estamos em desvantagem. Mas estamos vivos. Lutemos”, ressaltou.
Da UNE.

ENEM CHEGA A 4,6 MILHÕES DE INSCRITOS; PRAZO TERMINA NESTA SEXTA

Inscrições vão até as 23h59 de sexta; prazo para pagamento vai até dia 10.
A edição 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já recebeu 4,65 milhões de inscrições. O balanço parcial foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) nesta terça, e o prazo termina nesta sexta-feira (5). Os candidatos devem fazer sua inscrição no site do exame.

VEJA COMO SE INSCREVER

O que é preciso
O candidato precisa ter em mãos seu RG, o número do seu CPF e um endereço de e-mail pessoal. Neste ano, o mesmo endereço de e-mail não poderá ser usado em mais de uma inscrição no exame. É necessário informar também um número válido de telefone fixo ou de celular.
Quanto custa
O Ministério da Educação aumentou o valor da taxa de inscrição para R$ 63. O aluno vai gerar um boleto bancário que deverá ser pago até o dia 10 de junho às 21h59.
O boleto bancário é criado na opção Gerar GRU. A página será aberta em uma outra janela, por isso é preciso habilitar a abertura de pop-ups no navegador.
Caso a taxa não seja paga, a inscrição do candidato será cancelada.
Quem pode fazer o exame de graça
Alunos da rede pública que cursam o 3° ano do ensino médio estão automaticamente isentos da taxa de inscrição.
Candidatos que comprovarem baixa renda também podem pedir isenção do pagamento ao final da inscrição. Após preencher o questionário socioeconômico, o estudante deve entrar na opção declarar carência. Nesse caso, é preciso conferir se o pedido foi aceito pelo Inep antes do fim do período de inscrições.
A partir desta edição, os candidatos isentos que não comparecerem nos dois dias de provas perderão o benefício para a próxima edição.
Como pedir atendimento especial
Estudantes com baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, deficiência auditiva,  surdez, deficiência intelectual, dislexia, déficit de atenção, autismo, discalculia ou com outra condição especial podem pedir atendimento especializado durante as provas do Enem. É preciso que preencham o campo específico no formulário de inscrição indicando qual o atendimento necessário durante o exame.
Gestantes, lactantes, idosos, alunos em classe hospitalar e sabatistas também têm o direito a atendimento específico desde que informem sua condição no ato da inscrição.
Nome social
Travestis e transexuais podem solicitar o uso do nome social no exame. Para isso, devem fazer sua inscrição normalmente no site até o dia 5 de junho.
No período entre 15 e 26 de junho, devem entrar novamente na página do Enem e solicitar o uso do nome social em formulário disponível on-line. O candidato deve ter documentos comprobatórios de sua condição.
Diploma de ensino médio
O candidato que tiver mais de 18 anos e pretende usar o exame nacional para pedir a certificação de ensino médio deve indicar seu objetivo na inscrição.
Língua estrangeira
No formulário da=e inscrição, o candidato deve selecionar se quer responder a perguntas de inglês ou de espanhol como língua estrangeira.
Local para a prova
O estudante deve escolher em qual cidade pretende fazer as provas do exame nacional, que serão aplicadas nos dias 24 e 25 de outubro. O local pode ser alterado até o fim do período de inscrições.
Confirmação de inscrição
Os candidatos que pediram a isenção do pagamento devem conferir na página do Enem se o seu pedido foi aceito até o dia 5 de junho. Caso o pedido seja negado, é preciso criar o boleto de pagamento no site e pagá-lo até o dia 10 de junho.
Cartão de confirmação da inscrição
Neste ano, o cartão de confirmação do candidato será divulgado pelo Inep apenas no site do Enem. Ainda não há data prevista para sua divulgação.
Da Redação, com INEP.
Fonte: UBES